Sempre quis ser alguém...
Mas o que fazer?
Foi aí que conheci você, esse alguém tão especial.
Conquistar você foi brincar;
Amar você cair;
Querer você meu mais profundo abismo.
Seu olhar me açoitou. Me jogou ao vento.
Sua voz me libertou, porém feriu meus sentimentos.
Me mostrou a minha, a nossa constelação.
Leu minha mente me entendeu.
Me jogou ao passado me mostrou o futuro...
Quando percebi tinha me acostumado com o abismo.
Quando fostes me visitar;
Sua luz me cegou.
Você é a canção em uma velha viola,
És um coral, és milhões de vozes;
És tudo de mais lindo...
És o meu profundo abismo.
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texto-a-ser-exibido
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terça-feira, 10 de novembro de 2009
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Eu escolhi
Eu escolhi acreditar;
Escolhi seguir em frente.
Se este Deus confia em mim, se aposta suas fichas em mim.
Morrerei por Ele.
Morrerei pela causa.
Mesmo que seja perdida;
Mesmo que esteja perdida.
Meu ultimo grito será por liberdade.
Mesmo que os dragões sejam moinhos de vento.
Se há algo alem. que seja o meu Deus;
Se não há algo alem, que pelo menos viva eu em meus sonhos.
E meu sonho será um evangelho, de sangue, mas de liberdade espiritual;
De uma inexplicável alegria sem motivo...
Se for para celebrar o pudor, que seja o pudor da cruz.
Se meus pensamentos não me querem levar a lugar nenhum, seguirei meu coração.
Um coração que busca um Deus cru crucificado entre ladrões.
Se é para ter fé, não será na desfigurada justiça humana;
Prefiro antes a injustiça de um Deus que aceita o que um inocente morra por meus erros.
Mesmo que minha razão não concorde;
Terei um amigo acima nos céus.
Mesmo que meu coração não aceite suas decisões e contradições;
Verei nEle um amigo fiel. Que não me deve explicação, mas ama a minha companhia.
Mas não farei deste Deus amigo, a figura apática, distante, intocável, pintada por séculos de pensamento humano.
Antes farei deste Deus um companheiro, humano, que ao olhar nos olhos desta igreja visível de suntuosos templos e hierarquia política, perguntaria: “raça de víboras quem vos induziu a fugirem da ira vindoura”
Mesmo fadado a morte, acreditarei na eternidade.
Mesmo eterno, viverei como se fadado a morte.
E viverei e acreditarei nEle;
Não como um ditador arbitrário;
Mas como o amigo que me consola em seu peito.
Escolhi seguir em frente.
Se este Deus confia em mim, se aposta suas fichas em mim.
Morrerei por Ele.
Morrerei pela causa.
Mesmo que seja perdida;
Mesmo que esteja perdida.
Meu ultimo grito será por liberdade.
Mesmo que os dragões sejam moinhos de vento.
Se há algo alem. que seja o meu Deus;
Se não há algo alem, que pelo menos viva eu em meus sonhos.
E meu sonho será um evangelho, de sangue, mas de liberdade espiritual;
De uma inexplicável alegria sem motivo...
Se for para celebrar o pudor, que seja o pudor da cruz.
Se meus pensamentos não me querem levar a lugar nenhum, seguirei meu coração.
Um coração que busca um Deus cru crucificado entre ladrões.
Se é para ter fé, não será na desfigurada justiça humana;
Prefiro antes a injustiça de um Deus que aceita o que um inocente morra por meus erros.
Mesmo que minha razão não concorde;
Terei um amigo acima nos céus.
Mesmo que meu coração não aceite suas decisões e contradições;
Verei nEle um amigo fiel. Que não me deve explicação, mas ama a minha companhia.
Mas não farei deste Deus amigo, a figura apática, distante, intocável, pintada por séculos de pensamento humano.
Antes farei deste Deus um companheiro, humano, que ao olhar nos olhos desta igreja visível de suntuosos templos e hierarquia política, perguntaria: “raça de víboras quem vos induziu a fugirem da ira vindoura”
Mesmo fadado a morte, acreditarei na eternidade.
Mesmo eterno, viverei como se fadado a morte.
E viverei e acreditarei nEle;
Não como um ditador arbitrário;
Mas como o amigo que me consola em seu peito.
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domingo, 8 de novembro de 2009
Aba
Certo dia, tentei achar dentro de mim algo melhor do que sou;
Fitei minha imagem em um espelho;
Olhei dentro de meus olhos e vi meu pai.
E dentro de meus olhos ele era minha imagem refletida no espelho.
Como uma foto antiga.
De alguém forte, corajoso, valente e de honra.
Um homem de honra.
E talvez, aquela fosse a mais nítida imagem daquela forma irregular de vida.
E ele fará morada dentro de mim.
E assim serei igual ou até (se for possível) melhor do que ele já foi, ou vai ser um dia...
Fitei minha imagem em um espelho;
Olhei dentro de meus olhos e vi meu pai.
E dentro de meus olhos ele era minha imagem refletida no espelho.
Como uma foto antiga.
De alguém forte, corajoso, valente e de honra.
Um homem de honra.
E talvez, aquela fosse a mais nítida imagem daquela forma irregular de vida.
E ele fará morada dentro de mim.
E assim serei igual ou até (se for possível) melhor do que ele já foi, ou vai ser um dia...
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Lidiane
Existem pessoas, amigos, que são como uma âncora em meio às tempestades, que são lindas flores em campos devastados... A Lidiane é assim, pelo menos pra mim; um porto seguro. Com um olhar de quem sabe o que tem que ser feito, mas não faz por que prefere seguir o coração, com um sorriso de menina a descobrir novos horizontes provoca impactos profundos naquelas horas em que preciso de amigos...
se fosse necessário resumir todo o complexo ser que é a Lidi em a penas algumas palavras diria - Mulher Guerreira para se admirar, ancora para se confiar e bela flor para se apreciar em tempos de cinzenta paisagem.
se fosse necessário resumir todo o complexo ser que é a Lidi em a penas algumas palavras diria - Mulher Guerreira para se admirar, ancora para se confiar e bela flor para se apreciar em tempos de cinzenta paisagem.
sábado, 7 de novembro de 2009
Quando os sonhos acabam
O que acontece quando acabam os sonhos?
Quando nos deparamos com sonhos quase realizados. Sofrendo as incertezas do “se”...
Quando os olhos se abrem, e nos deparamos vivendo às margens da sociedade.
Sobrevivendo de migalhas, escravos de invisíveis grilhões.
Quando os sonhos acabam, conseguimos enxergar que o poço é muito mais fundo. E que há lugares onde a luz não ilumina.
Sabemos que o talvez dói no peito.
Mas... Deus! Por que dói tanto?
Quando os sonhos acabam, começamos a cavar com as mãos, as pás se acabaram.
A esperança diz que ainda há chance, os olhos dizem que chegou o fim...
O coração quer um pouco mais de vida, para talvez, mais algumas batidas.
As rochas que achamos pelo caminho soterram os sonhos.
Talvez eu seja o afogado que olha a praia antes de sucumbir.
Moises olhando Canaã..
Às vezes viver no passado é mais tentador do que o existencialismo desta vida presente.
Quando os sonhos acabam, acaba também a ansiedade... Já não há pelo que ansiar!
Se por um lado conseguimos enxergar melhor o aqui, por outro perdemos a visão além do alcance.
Não vemos o cume do monte, esquecemos de que um dia existiu horizonte.
Se pudéssemos refazer todas as antigas orações respondidas, pediríamos que não acabassem os sonhos.
Quando nos deparamos com sonhos quase realizados. Sofrendo as incertezas do “se”...
Quando os olhos se abrem, e nos deparamos vivendo às margens da sociedade.
Sobrevivendo de migalhas, escravos de invisíveis grilhões.
Quando os sonhos acabam, conseguimos enxergar que o poço é muito mais fundo. E que há lugares onde a luz não ilumina.
Sabemos que o talvez dói no peito.
Mas... Deus! Por que dói tanto?
Quando os sonhos acabam, começamos a cavar com as mãos, as pás se acabaram.
A esperança diz que ainda há chance, os olhos dizem que chegou o fim...
O coração quer um pouco mais de vida, para talvez, mais algumas batidas.
As rochas que achamos pelo caminho soterram os sonhos.
Talvez eu seja o afogado que olha a praia antes de sucumbir.
Moises olhando Canaã..
Às vezes viver no passado é mais tentador do que o existencialismo desta vida presente.
Quando os sonhos acabam, acaba também a ansiedade... Já não há pelo que ansiar!
Se por um lado conseguimos enxergar melhor o aqui, por outro perdemos a visão além do alcance.
Não vemos o cume do monte, esquecemos de que um dia existiu horizonte.
Se pudéssemos refazer todas as antigas orações respondidas, pediríamos que não acabassem os sonhos.
